Guilherme Cavichioli Braun, Advogado

Guilherme Cavichioli Braun

Blumenau (SC)
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advogado, OAB/SC 33.216
Especialização em Direito Imobiliário pela Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI (2015). Bacharelado em direito pela Fundação Universidade Regional de Blumenau - FURB (2010). Atualmente trabalha como advogado autônomo.

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Guilherme Cavichioli Braun, Advogado
Guilherme Cavichioli Braun
OAB 33,216/SC
PRO
Desde February 2017

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Direito do Trabalho, 33%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

Direito Empresarial, 33%

Antigo Direito Comercial, é o ramo do direito que estuda as relações privatistas que envolvem a e...

Direito Imobiliário, 33%

É o ramo do direito privado que trata e regulamenta vários aspectos da vida privada, tais quais o...

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Guilherme Cavichioli Braun, Advogado
Guilherme Cavichioli Braun
Comentário · há 5 dias
Colegas, desculpem retrucar, mas é realmente difícil acreditar nos seus pontos de vista. Vamos traduzir aos dias atuais: uma empregada doméstica, de carteira assinada, ganha em média seus 1000 ou 1500 reais para trabalhar 8 horas por dia, enquanto uma diarista cobra entre 70 a 100 reais por 4 horas, e o dobro (140 e 200) para 8 horas. Uma diarista que trabalha 22 dias úteis por semana, trabalhando meio período, poderá chegar a cerca de 2200 reais, ou mesmo próximo aos 4 mil reais - vejam a disparidade dos proventos!

Quanto à visão dos magistrados trabalhistas, colega Rodrigo Schmidt, com todo o respeito, mas eles raramente favorecem o empregador - existe, sim, grande parcialidade, mas para o empregado, mormente o princípio do "in dubio pro misero" imperar na Justiça do Trabalho.

Difícil é pagar as contas do mês, 13.º, dar férias, e se "virar nos 30" com tributos e fornecedores, quando se é empregador, e ainda ter de aturar levar ações trabalhistas de má-fé. Te garanto que houve um custo à empresa para a contratação de advogado, adiantamento de custas periciais etc., mas isso os sindicalistas não colocam na ponta do lápis - e duvido que a empresa será indenizada.

Cheguei ao cúmulo de ter de defender uma empresa que possuía refeitório, quando um "coitadinho" (que não largava o celular e não trabalhava) entrou com uma ação trabalhista pleiteando vale-refeição, somente para se vingar porque fora despedido sem justa causa. Por sorte o magistrado se deu ao trabalho de ler a CCT e ver que a empresa estava autorizada a substituir o vale por refeitório no ambiente - para piorar, o "pobrezinho" ainda tinha uma dieta feita por nutricionista, a qual a cozinheira seguia à risca! Além disso, a empresa oferece convênio com academias, oferece cursos periódicos a quem interessar, piso interno salarial com acréscimo de 50% sobre o piso da Convenção Coletiva, piscina, área de lazer. Me desculpe, mas esse tipo de gente tinhosa tem mais é que se ferrar!

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